Slow Food Brasil

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Está convocada a Conferência Nacional, Popular, Autônoma: por Direitos, Democracia e Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional a ser realizada no primeiro semestre de 2020.

A convocação da conferênia foi decidida coletivamente durante a “Oficina de Mobilização em Defesa da Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional (SSAN)”, realizada entre os dias 01 e 03 de julho, no Rio de Janeiro. 

Na interseção entre a continuidade (re)existente do processo de participação social institucional, protagonizado pelos Conseas estaduais e municipais, e o processo de mobilização autônoma dos diversos movimentos em defesa da soberania alimentar e do Consea, 55 organizações, coletivos, redes e movimentos fazem esse chamado à sociedade brasileira.

Confira a carta convocatória na íntegra ou acesse aqui para Baixar o documento

Ata de Reunião da Diretoria da Associaição Slow Food do Brasil para Implantação da Commissão de Avaliação Responsável por selcionar os Prestadores de Serviço que Executarão as Atividades Objeto do Convênio No. 772/2018, firmado com a Companhia de Desenvolviumento e Ação Regional - CAR

No dia 15 de julho de 2019, a Diretoria da ASSOCIAÇÃO SLOW FOOD DO BRASIL, inscrita no CNPJ sob o n.º 11.413.597/0001-12, com sede na Rua Andrade Fernandes, n.º 283, sala 3, Vila Madalena, CEP: 05449-050, na cidade de São Paulo, SP, composta pelo Presidente Sr. Georges Schnyder Junior, pelo Vice Presidente Sr. Luis Roberto Carrazza, e pelo Secretário Sr. Jerônimo Kahn Villas-Bôas, mediante as atribuições conferidas pelo estatuto social, constituem a Comissão de Avaliação que será responsável por selecionar os prestadores de serviço que executarão as atividades objeto do convênio n.º 772/2018, firmado com a Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional – CAR, mediante avaliação curricular, dentre outras informações que entenderem pertinente, sendo composta por 3 (três) integrantes: Glenn Massakazu Makuta, brasileiro, maior, casado, biólogo, portador do RG nº 33.539.490-5 SSP/SP, inscrito no CPF sob o nº. 326.044.29-31, residente e domiciliado na Rua Santo Irineu, 450, bairro Bosque da Saúde, CEP: 04127-120, São Paulo - SP; Lígia Meneguello, brasileira, maior, casada, bióloga, portadora do RG no. 43.506.805-2 SSP/SP, inscrita no CPF sob o no. 329.312.698-75, residente e domiciliada na Rua Santo Irineu, 450, bairro Bosque da Saúde, CEP: 04127-120, São Paulo - SP; Marcelo Aragão de Podestá, brasileiro, maior, casado, publicitário, portador do RG no MG.10.171.345, inscrito no CPF sob o nº 066.144.396-50, residente e domiciliado na Rua Tomás de Aquino, 44, Bairro São Pedro, CEP 30330-312, Belo Horizonte - Minas Gerais. Por fim, informamos que a presente ata será publicada no site da ASSOCIAÇÃO SLOW FOOD DO BRASIL, www.slowfoodbrasil.com.

Para acessar o documento na íntegra, acesse o link

Em função da celebração de convênio entre a Associação Slow Food do Brasil - ASFB e a Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional - CAR vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Rural da Bahia - SDR, fazemos a solicitação de manifestação de interesse para compor a equipe do projeto Slow Food na Defesa da Sociobiodiversidade e daCultura Alimentar Baiana, a ser iniciado no segundo semestre de 2019, uma parceria entre ASFB, CAR e FIDA - Fundo Internacional para o Desenvolvimento Agrícola.

Solicitações de Manifestação de Interesse N°s: 001/2019, 002/2019, 003/2019, 004/2019 e 005/2019 para seleção de profissional conforme resumos abaixo:

O projeto em andamento do FIDA e do Slow Food tem o objetivo de empoderar comunidades e jovens indígenas, e melhorar os meios de subsistência dos beneficiários, protegendo e promovendo seu patrimônio alimentar e preservando a sustentabilidade e a resiliência de suas práticas. Isso será feito aumentando o valor econômico dos produtos de patrimônio alimentar e fortalecendo a rede global denominada “Terra Madre Indígena”, aumentando o número de integrantes que contribuem para tomadas de decisões políticas. O projeto visa coletar e disseminar amplamente o conhecimento e a aprendizagem baseada em evidências sobre como esses dois objetivos podem ser alcançados.  

Uma década atrás, o Fundo Internacional para o Desenvolvimento Agrícola (FIDA) e o Slow Food iniciaram uma parceria, trabalhando em conjunto com povos indígenas, para desenvolver projetos inovadores em vários países e organizando dois grandes eventos em 2015: Terra Madre Indígena (na Índia) e o da rede jovem "We Feed The Plannet" (em Milão). Os resultados desses eventos foram discutidos pela rede indígena no Terra Madre 2016, destacando a importância de entender o patrimônio alimentar indígena como um meio de fortalecer a economia local sustentável, reforçando a identidade cultural, criando oportunidades para a juventude e conectando-as a públicos maiores e conscientizando sobre questões relevantes, como a grilagem de terras ou os efeitos do colapso climático.  

Fortaleza Slow Food da Farinha de Mandioca Kiriri promove o sussu, subproduto da raiz e alimento típico do dia-a-dia das aldeias indígenas

Você já ouviu falar no sussu? Essa iguaria é um alimento típico de 700 famílias dos povos indígenas Kiriri, que se concentram em uma área de 12.320.000 hectares de mata conservada, no território indígena Banzaê, na região semiárida da Bahia, Nordeste do Brasil. Organizados em 12 aldeias, em 11 de novembro próximo, os Kiriri comemoram o retorno ao seu território, após anos de reivindicação e luta pela terra de seus ancestrais.

Rodeados pela Caatinga, é desse bioma que retiram uma variedade de frutas, tubérculos, raízes e plantas para a alimentação de seu povo, que vive sobretudo de agricultura, agropecuária e extrativismo vegetal, a partir da coleta de licuri, caju, cambuí, murici, cajá e caju. A mandioca representa o principal alimento das famílias, sendo o sussu um preparo clássico, que acompanha alguns preparos locais. O sussu é feito da massa da mandioca, matéria-prima da farinha, e o preparo envolve muitas mãos, caracterizando um momento de compartilhamento e socialização. Para obter a massa, a mandioca é descascada, ralada manualmente, colocada em um pedaço de pano e torcida para a retirada do líquido, também conhecido como manipueira, até resultar em uma massa seca e fibrosa. Com uma peneira feita de palha, a massa é refinada e assada em formato circular, em uma panela de barro no fogão à lenha.

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