Slow Food Brasil

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Atualização:

O Terra Madre Brasil 2020 acontece em formato online entre os dias 17 e 22 de novembro.

A pluralidade da agricultura familiar e camponesa e as nuances da biodiversidade e da cultura alimentar brasileira integram o evento. Saiba mais no site que acaba de ser lançado: www.terramadrebrasil.org.br

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Após 20 anos da chegada do movimento Slow Food ao país, a terceira edição do Terra Madre Brasil acontece em junho em Salvador

Maior evento que reúne as Comunidades Slow Food no Brasil estava inicialmente previsto para acontecer na capital baiana em junho deste ano, para celebrar a sociobiodiversidade, a cultura e a educação alimentar. Para o chef Fabrício Lemos, integrante da Aliança de Cozinheiros Slow Food em Salvador, além de voltar os olhos para a culinária brasileira, "trazer o evento pra Bahia vai fazer com que a população se inteire sobre e cada vez mais busque alternativas saudáveis que vão ao encontro da filosofia Slow Food".

O Terra Madre Brasil reunirá comunidades da rede Slow Food, organizações da agricultura familiar, extrativistas, povos indígenas, comunidades tradicionais,  ativistas da cozinha, educadores, jornalistas, formadores de opinião e defensores do direito a alimentos bons, limpos e justos para todos.

Fonte: CAR/SDR

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O Projeto de Desenvolvimento Rural Sustentável da Região Semiárida da Bahia - Pró-Semiárido foi considerado pelo Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA), agência de desenvolvimento rural da Organização das Nações Unidas (ONU), como o melhor projeto, financiado pelo Fundo, de apoio a populações rurais carentes de todo o mundo. 

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Distante 120 km da sede do município de Pilão Arcado, na Bahia, está localizada a comunidade Brejo Dois Irmãos. O local se destaca no ambiente do Semiárido, com nascentes de água e cabeceiras de rios,  paisagens exuberantes numa zona de transição entre os biomas Cerrado e Caatinga. 

Nesse local, facilitadores do projeto Slow Food na Defesa da Sociobiodiversidade e da Cultura Alimentar Baiana, Nathan Dourado e Revecca Tapie, realizaram sua primeira visita de campo, a convite do Pró-Semiárido,  iniciativa executada pela CAR/SDR/Governo da Bahia, em parceria com o FIDA. A proposta foi conhecer o potencial produtivo do buriti, que vem sendo trabalhado e comercializado pela comunidade. 

Associação Slow Food do Brasil e projeto Pró-Semiárido/FIDA iniciam parceria pela valorização da sociobiodiversidade e cultura alimentar no semiárido baiano

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Identificação de novos produtos para Arca do Gosto*, inserção de novas Comunidades na rede Slow Food, articulação e fortalecimento de Fortalezas Slow Food* da Bahia são algumas das estratégias do projeto “Slow Food na defesa da sociobiodiversidade e da cultura alimentar baiana”. A iniciativa, que teve início no mês de novembro do ano passado, é fruto de um convênio com o projeto Pró-Semiárido, executado pela Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional ligada à Secretaria de Desenvolvimento Rural (CAR/SDR), e conta com o apoio do Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA).   

* Este artigo foi escrito pelo José Guedes, facilitador Slow Food no Amazonas, e pela professora Melissa Michelotti Veras do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Amazonas (Ifam) campus Maués

 

Desde 2018 o Slow Food Internacional desenvolve um projeto apoiado pelo Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola - FIDA na Terra Indígena Andirá Marau do povo Sateré Mawé, no município de Maués, Amazonas. Este projeto é denominado “Empowering Indigenous Youth and their Communities to Defend and Promote their Food Heritage” e acontece em mais outras cinco comunidades indígenas pelo mundo[1] (no Brasil também acontece com o povo Kiriri na Bahia). Este projeto faz parte da rede Terra Madre Indígena[2] (ITM) que agrega comunidades indígenas, parceiros e organizações diversas. Esta rede está inserida dentro do Slow Food e compartilha a filosofia da alimentação boa, limpa e justa para todos como um direito humano, e consequentemente aceita que temos a responsabilidade de proteger o patrimônio, a tradição e a cultura que tornam isso possível.

O povo Sateré-Mawé possui duas Fortalezas, que é um projeto do Slow Food a nível internacional[3], sendo estas as seguintes: Fortaleza do Mel da Abelha Canudo e Fortaleza Waraná. As Fortalezas Slow Food objetivam conservar um produto tradicional em risco de extinção, preservar uma técnica de produção tradicional em risco de extinção, ou manter paisagens rurais ou ecossistemas em risco de extinção, através de sustentabilidade ambiental e socioeconômica, garantindo a viabilidade futura para os produtos tradicionais. No caso dos Saterés, os projetos de Fortaleza contribuem para valorizar as práticas tradicionais de produção do Waraná e da particularidade do mel da abelha canudo. Através desta parceria com o Slow Food, o povo Sateré-Mawé conseguiu expandir seu mercado de comercialização para a Europa[4] e atualmente recebe este projeto do Slow Food e FIDA.

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