Slow Food Brasil

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SOLICITAÇÃO DE AFASTAMENTO

Eu, Marcelo Aragão de Podestá, brasileiro, maior, casado, publicitário, portador do RG no MG.10.171.345, inscrito no CPF sob o no 066.144.396-50, residente e domiciliado na Rua Tomás de Aquino, 44, Bairro São Pedro, CEP 30330-312, Belo Horizonte, Minas Gerais, solicito o meu afastamento da Comissão de Avaliação, formada no dia 15 de julho de 2019, responsável por selecionar os prestadores de serviço que executarão as atividades objeto do convênio n.o 772/2018, firmado entre a Companhia de Desenvolvimento e Ação regional – CAR e a Associação Slow Food do Brasil - ASFB, devido o meu interesse em apresentar candidatura para a Solicitação de Manifestação de Interesse 06 e Termo de Referência 06, para o cargo de Designer.

Belo Horizonte, 14 de outubro de 2019

Marcelo Aragão de Podestá

Para acessar o documento na íntegra acesse o link

 

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Patrimônio agroalimentar é tema de evento realizado em São Paulo (SP)

Debate organizado para a promoção de saberes e práticas tradicionais de preparo de alimentos será aberto ao público

Muito mais do que uma mistura de aromas e sabores. Saberes, práticas, produtos e técnicas ligadas ao preparo de alimentos prometem atrair o público interessado nos modos tradicionais de produção que integram o sistema agroalimentar brasileiro. Parte do conhecimento transmitido ao longo de gerações será compartilhado durante evento gratuito organizado pela Superintendência do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional em São Paulo (Iphan-SP), nos dias 18 e 19 de outubro, com o tema Patrimônio agroalimentar: promovendo saberes e práticas.

Durante o evento, composto por mesas de debate (no dia 18) e feira de produtos com oficina e degustação (19), os visitantes terão contato com detentores do Ofício das Baianas de Acarajé; do Modo Tradicional de Fazer Queijo de Minas; do Sistema Agrícola Tradicional do Rio Negro; e do Sistema Agrícola Tradicional dos Quilombos do Vale do Ribeira. São quatro exemplos dos 48 bens culturais formalmente reconhecidos como Patrimônio Cultural do Brasil registrados pelo Iphan.

Em função da celebração de convênio entre a Associação Slow Food do Brasil - ASFB e a Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional - CAR vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Rural da Bahia - SDR, fazemos a solicitação de manifestação de interesse para compor a equipe do projeto Slow Food na Defesa da Sociobiodiversidade e daCultura Alimentar Baiana, a ser iniciado no segundo semestre de 2019, uma parceria entre ASFB, CAR e FIDA - Fundo Internacional para o Desenvolvimento Agrícola.

Solicitações de Manifestação de Interesse N°s: 006/2019 e 007/2019 para seleção de profissional conforme resumos abaixo:

SMI 006/2019 – SLOW FOOD
Título: Contratação de Designer
Descrição: O SLOW FOOD BRASIL,  em conformidade com o convênio 772/2018, celebrado entre a Associação Slow Food Brasil e a Cia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), convida os profissionais interessados a manifestar seu interesse em executar o serviço de DESIGNER.
As condições de participação estão descritas na Solicitação de Manifestação de Interesse e no Termo de Referência.
Para esclarecimento de dúvidas, gentileza manter através do e-mail: asfb@slowfoodbrasil.com ou telefone: (11) 9 8233-7195

SMI 007/2019 – SLOW FOOD
Título: Contratação de Coordenador/a Administrativo
Descrição: O SLOW FOOD BRASIL,  em conformidade com o convênio 772/2018, celebrado entre a Associação Slow Food Brasil e a Cia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), convida os profissionais interessados a manifestar seu interesse em executar o serviço de COORDENAÇÃO ADMINISTRATIVA.
As condições de participação estão descritas na Solicitação de Manifestação de Interesse e no Termo de Referência.
Para esclarecimento de dúvidas, gentileza manter através do e-mail: asfb@slowfoodbrasil.com ou telefone: (11) 9 8233-7195

As manifestações de interesse deverão ser feitas até às 23h59 do dia 15 de outubro de 2019, pelo email asfb@slowfoodbrasil.com

O Slow Food preza pela integridade de sua marca e para tal zela pelas parcerias e associações de marca que estabelece, seguindo rígidas diretrizes para captação de recursos

icone_pdf.gifClique e faça download das Diretrizes Slow Food para Captação de Recursos 

1. INTRODUÇÃO
As diretrizes do Slow Food para captação de recursos descrita neste documento é aplicável à todas as atividades do Slow Food em nível local, regional, nacional e internacional. Elas devem ser adaptadas à natureza específica das diferentes divisões da Associação, enquanto mantêm coerência com as diretivas estabelecidas pelo Comitê Executivo do Slow Food Internacional, e deve levar em conta a diversidade política e cultural em diferentes países.
Todas as decisões sobre captação de recursos feitas por quaisquer membros ou divisões relacionadas à Associação devem seguir este documento para sempre estarem alinhados com seus princípios orientadores.
Sujeitos que captam recursos em nome do Slow Food direta ou indiretamente, devem conhecer e observar as diretrizes listadas abaixo. Eles devem trabalhar próxima ao corpo administrativo da Associação e sob sua supervisão.
A respeito dos princípios orientadores da Associação, é importante que um dos objetivos das atividades de captação de recursos seja estabelecer uma relação profunda e duradoura com os apoiadores. É importante que o relacionamento com os apoiadores sejam baseados no mútuo entendimento e estima e ambição em criar uma parceria duradoura para o desenvolvimento em longo prazo da Associação.

2. DEFINIÇÕES
Um pré-requisito essencial à boa captação de recursos é que os apoiadores (sejam autoridades públicas, fundações, negócios, associações ou indivíduos particulares) acreditem no trabalho do Slow Food como importante e útil e assim decidam apoiá-lo financeiramente.
O apoio pode ser por meio de uma contribuição monetária às atividades do Slow Food ou a algum projeto específico (incluindo formas de patrocínio), ou pela compra de serviços (por ex. publicidade em publicações eletrônicas ou impressas, estandes em eventos, etc) ou como doação independente de qualquer forma de recompensa. Além disso pode ser também pelo fornecimento gratuito de suprimentos de bens e serviços.
Slow Food pode oferecer visibilidade aos apoiadores em meios que devem ser definidos caso a caso. A fim de assegurar a independência e sustentabilidade financeira, é recomendado que os apoiadores financeiros sejam provenientes de uma grande gama de diferentes fontes e que seja o mais diversificado possível, com contribuições de autoridades públicas, fundações, negócios, associações e indivíduos.

3.PRINCÍPIOS GERAIS
Dois princípios fundamentais sobre as atividades de captação de recursos do Slow Food devem ser consideradas obrigatórias em qualquer lugar do mundo e em todos os níveis da estrutura da Associação (local, nacional, internacional):

- Nenhum apoiador do Slow Food pode influenciar, sob nenhuma perspectiva, a decisão da Associação, sua atividade e sua independência; Slow Food detém total independência de seus apoiadores.
- Sujeitos ou entidades cujas operações são claramente conflituosas com a filosofia e atividades do Slow Food não podem ser apoiadores do Slow Food.

Essas duas regras não são suficientes, também sendo necessária a manter um engajamento e reflexão contínuos com os apoiadores, algo útil para ambas as partes. A situação ideal é aquela na qual o Slow Food pode influenciar positivamente sobre as decisões de seus apoiadores.
Exemplo simples, mas não limitado a essa situação, são as doações e colaborações de qualquer natureza que não podem ser aceitas de nenhuma entidade legal que:
• seja uma instituição, fundação ou qualquer outra organização relacionada às empresas transnacionais da alimentação e agricultura.
• estejam direta ou indiretamente relacionadas a grandes corporações de ultraprocessados tais como fundações, institutos e marcas secundárias;
• produza ou venda OGMs (Organismos Geneticamente Modificados) ou se utilize das novas biotecnologias;
• produza ou venda armamentos;
• viola regulações sobre descarte de resíduos;
• viola convenções internacionais sobre direitos humanos, de propriedade e trabalhistas;
• viola direitos fundamentais ou estão sendo processadas ou sejam condenadas por sérias violações legais;
• com contribuição para causar desastres e poluição ambientais.


As Diretrizes ainda abordam sobre: 

4. APLICAÇÕES ESPECÍFICAS
4.1 Negócios
4.2 Fundações filantrópicas
4.3 Instituições públicas
4.4 Doações de indivíduos particulares
4.5 Outras considerações

5. TRANSPARÊNCIA E RESPONSABILIDADE

Retrocessos socioambientais atentam contra biodiversidade e segurança alimentar no Brasil 

Há alguns anos, o cenário brasileiro com relação às questões socioambientais já não é dos mais agradáveis. Nos últimos meses, essa onda emergente de retrocessos tomou proporções descomunais e só confirma a necessidade de um olhar mais atento sobre territórios, seus povos, a biodiversidade local e a cultura, inclusive alimentar. 

O desmatamento da Amazônia tem sido destaque de veículos do Brasil e do mundo nas últimas semanas, devido aos dados alarmantes divulgados pelo Deter (Detecção do Desmatamento em Tempo Real), do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais). De acordo com o sistema, o desmatamento cresceu 88% em junho e 278% em julho deste ano, em comparação aos mesmos meses de 2018. 

Com o avanço da motosserra, comunidades indígenas e organizações indigenistas vêm sendo perseguidas e estão cada vez mais suscetíveis de ter os direitos humanos violados, bem como suas terras e recursos naturais destruídos. 

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