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* Este artigo foi escrito pelo José Guedes, facilitador Slow Food no Amazonas, e pela professora Melissa Michelotti Veras do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Amazonas (Ifam) campus Maués

 

Desde 2018 o Slow Food Internacional desenvolve um projeto apoiado pelo Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola - FIDA na Terra Indígena Andirá Marau do povo Sateré Mawé, no município de Maués, Amazonas. Este projeto é denominado “Empowering Indigenous Youth and their Communities to Defend and Promote their Food Heritage” e acontece em mais outras cinco comunidades indígenas pelo mundo[1] (no Brasil também acontece com o povo Kiriri na Bahia). Este projeto faz parte da rede Terra Madre Indígena[2] (ITM) que agrega comunidades indígenas, parceiros e organizações diversas. Esta rede está inserida dentro do Slow Food e compartilha a filosofia da alimentação boa, limpa e justa para todos como um direito humano, e consequentemente aceita que temos a responsabilidade de proteger o patrimônio, a tradição e a cultura que tornam isso possível.

O povo Sateré-Mawé possui duas Fortalezas, que é um projeto do Slow Food a nível internacional[3], sendo estas as seguintes: Fortaleza do Mel da Abelha Canudo e Fortaleza Waraná. As Fortalezas Slow Food objetivam conservar um produto tradicional em risco de extinção, preservar uma técnica de produção tradicional em risco de extinção, ou manter paisagens rurais ou ecossistemas em risco de extinção, através de sustentabilidade ambiental e socioeconômica, garantindo a viabilidade futura para os produtos tradicionais. No caso dos Saterés, os projetos de Fortaleza contribuem para valorizar as práticas tradicionais de produção do Waraná e da particularidade do mel da abelha canudo. Através desta parceria com o Slow Food, o povo Sateré-Mawé conseguiu expandir seu mercado de comercialização para a Europa[4] e atualmente recebe este projeto do Slow Food e FIDA.

Animação em vídeo busca alertar população sobre o novo campo de incidência do mercado do agronegócio

As grandes corporações do mercado de commodities têm apostado, no último período, no desenvolvimento de novas biotecnologias agrícolas. A incidência, além de ampliar o dependência de agricultores ao concentrado mercado de insumos químicos e sementes e o controle do mercado por corporações, localiza o país em um cenário de insegurança alimentar e de ameaça à agrobiodiversidade.

O país que possui consumo recorde de agrotóxicos, já conta com 90 plantas transgênicas liberadas comercialmente no país - destas 70 modificadas para tolerar algum agrotóxico, e avança na implementação de biotecnologias de alto risco.

Sem garantir a participação popular e o amplo debate público, a Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) aprovou, em janeiro de 2018, a Resolução Normativa (RN) 16/2018, que estabelece requisitos para a definição de novas biotecnologias com engenharia genética que diferem das técnicas utilizadas em transgênicos. Com a nova normativa, a CTNBio pode decidir que os organismos produzidos com o uso dessas biotecnologias não se classificam como transgênicos ou organismos geneticamente modificados (OGMs), e assim podem ser dispensadas de avaliações de risco, sem monitoramento e sem rotulagem. 

Essa normativa torna o Brasil um dos primeiros países do mundo a possibilitar pesquisa, desenvolvimento, produção e comercialização deste tipo de tecnologia -  um campo de ampla incerteza e que soa como grande alerta aos camponeses, organizações sociais e movimentos populares que atuam na defesa da saúde, meio ambiente e soberania alimentar.

Selecionados para formação da equipe do projeto Slow Food na Defesa da Sociobiodiversidade e da Cultura Alimentar Baiana, uma parceria entre SDR/CAR e ASFB, no âmbito do projeto Pró-Semiárido:

TR06 - Designer: Marcelo de Podestá
(2º colocado: Grabiela Alessi Bonilha e 3ª colocada: Camila Botelho)

TR07 - Coord Administrativa: Norma Leide Nascimento Rios
(2ª colocada: Paloma Costa e 3ª colocada: Niva Oliveira)

Informamos que a comissão de seleção foi composta por: Glenn Makuta, Lígia Meneguello e Elaine Diniz, colaboradores da Associação Slow Food do Brasil.

Em breve entraremos em contato para orientação dos procedimentos para contratação dos selecionados.

Aos demais candidatos, nosso agradecimento; ficamos com os currículos e contatos para oportunidades futuras.

ATA DE REUNIÃO DA DIRETORIA DA ASSOCIAÇÃO SLOW FOOD DO BRASIL PARA IMPLANTAÇÃO DA NOVA COMISSÃO DE AVALIAÇÃO RESPONSÁVEL POR SELECIONAR OS PRESTADORES DE SERVIÇO PARA OS CARGOS: DESIGNER E COORDENAÇÃO ADMINISTRATIVA, QUE EXECUTARÃO AS ATIVIDADES OBJETO DO CONVÊNIO N.º 772/2018, FIRMADO COM A COMPANHIA DE DESENVOLVIMENTO E AÇÃO REGIONAL – CAR


No dia 14 de outubro de 2019, a Diretoria da ASSOCIAÇÃO SLOW FOOD DO BRASIL, inscrita no CNPJ sob o n.º 11.413.597/0001-12, com sede na Rua Andrade Fernandes, n.º 283, sala 3, Vila Madalena, CEP: 05449-050, na cidade de São Paulo, SP, composta pelo Presidente Sr. Georges Schnyder Junior, pelo Vice Presidente Sr. Luis Roberto Carrazza, e pelo Secretário Sr. Jerônimo Kahn Villas-Bôas, mediante as atribuições conferidas pelo estatuto social, se reuniram para deliberar o desligamento do representante da comissão de avaliação criada no dia 15 de julho de 2019: Marcelo Aragão de Podestá, brasileiro, maior, casado, publicitário, portador do RG no MG.10.171.345, inscrito no CPF sob o nº 066.144.396-50, residente e domiciliado na Rua Tomás de Aquino, 44, Bairro São Pedro, CEP 30330-312, Belo Horizonte - Minas Gerais e constituem uma Nova Comissão de Avaliação que será responsável por selecionar os prestadores de serviços que executarão as atividades objeto do convênio n.º 772/2018, firmado com a Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional – CAR, mediante avaliação curricular, dentre outras informações que entenderem pertinente, sendo composta por 3 (três) integrantes: Glenn Massakazu Makuta, brasileiro, maior, casado, biólogo, portador do RG nº 33.539.490-5 SSP/SP, inscrito no CPF sob o nº. 326.044.29-31, residente e domiciliado na Rua Santo Irineu, 450, bairro Bosque da Saúde, CEP: 04127-120, São Paulo - SP; Lígia Meneguello, brasileira, maior, casada, bióloga, portadora do RG no. 43.506.805-2 SSP/SP, inscrita no CPF sob o no. 329.312.698-75, residente e domiciliada na Rua Santo Irineu, 450, bairro Bosque da Saúde, CEP: 04127-120, São Paulo - SP; Elaine Diniz Soares, brasileira, maior, solteira, administradora, portador do RG nº 38.983.033-1, inscrito no CPF sob o nº 029.755.346-12, residente e domiciliada na Rua Tomás Gonçalves, 121, apto 111, Bairro Vila Gomes, CEP 05590-030, São Paulo - SP. Por fim, informamos que a presente ata será publicada no site da ASSOCIAÇÃO SLOW FOOD DO BRASIL, www.slowfoodbrasil.com

Para acessar o documento na íntegra, acesse o link

 

SOLICITAÇÃO DE AFASTAMENTO

Eu, Marcelo Aragão de Podestá, brasileiro, maior, casado, publicitário, portador do RG no MG.10.171.345, inscrito no CPF sob o no 066.144.396-50, residente e domiciliado na Rua Tomás de Aquino, 44, Bairro São Pedro, CEP 30330-312, Belo Horizonte, Minas Gerais, solicito o meu afastamento da Comissão de Avaliação, formada no dia 15 de julho de 2019, responsável por selecionar os prestadores de serviço que executarão as atividades objeto do convênio n.o 772/2018, firmado entre a Companhia de Desenvolvimento e Ação regional – CAR e a Associação Slow Food do Brasil - ASFB, devido o meu interesse em apresentar candidatura para a Solicitação de Manifestação de Interesse 06 e Termo de Referência 06, para o cargo de Designer.

Belo Horizonte, 14 de outubro de 2019

Marcelo Aragão de Podestá

Para acessar o documento na íntegra acesse o link

 

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