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Livro de receitas da Acolhida na ColôniaO livro “Culinária Colonial de Santa Catarina” apresenta receitas servidas nos destinos da Acolhida na Colônia – uma associação de agricultores que se organizou em 1999 com o objetivo de receber visitantes em suas propriedades, valorizar a agricultura familiar, preservar o ambiente e primar pela qualidade dos produtos oferecidos aos consumidores.

No livro, você encontrará 20 receitas ilustradas com belas fotos.

São elas: Receita de Boleira, Bijajica, Cuca de Farofa, Pão de Abóbora, Doce de Gila, Pinhão na Chapa, Paçoca de Pinhão, Polenta de Milho Verde, Galinha Caipira, Abóbora Paulistinha com Frango, Feijão Tropeiro, Recheio Alemão, Gemüse, Torta de Legumes, Toucinho do Céu, Cheese Cake de Morango, Strudel de Maçã, Abóbora Caramelada, Creme de Ovos, Pudim de Aipim.

Para fazer download do livro, acesse:
www.acolhida.com.br/culinaria/livro-de-receitas.html

Passados 4 meses, e após um período de pausa, entre um primo e um secondo, recomeçam as aulas com força total e muita expectativa do que está por vir: Noruega, França, Terra MadreSalone Del Gusto, Marche/Abruzzo; e a últimissima etapa, ainda não decidida, que será o estágio final de dois meses (a escolha do aluno).

A primeira metade do curso foi excepcional e mais que satisfatória: Sicilia, Espanha, Piemonte e Veneto; além de todo o desenvolvimento dos estudos (entre outros que virão neste segundo período) que compreendem: introdução as tecnologias alimentares; história, geografia e processos de transformação dos principais produtos típicos da gastronomia italiana (formaggio, olio d'oliva, salumi, pesce, aceto balsamico, pomodoro, pasta, vino e gelato); turismo enogastronômico; história e antropologia da alimentação; sociologia do consumo alimentar; analise sensorial e ciência do consumidor; marketing; e, naturalmente, degustação (entre todos os produtos estudados e outros, a exemplo café, chocolate e cerveja).

Embora tenha sido formalizado em 2006, as iniciativas para se formar um Convivium em Pirenópolis começaram em 2004, logo após minha participação no primeiro Terra Madre.

A participação neste evento superou minhas expectativas. Os cinco dias de vivências e convívio com participantes do mundo todo e com nossos anfitriões (desde os envolvidos diretamente na organização, até as famílias que nos hospedaram) mais do que reafirmar a empatia, acenderam uma grande chama de paixão em meu coração.

Foi com muita emoção que voltando ao Brasil e à Pirenópolis quis mostrar aos meus amigos e conhecidos, que atuavam em áreas afins, o grande movimento que falava a nossa língua: em defesa da soberania dos povos, por uma alimentação saudável, por um mundo mais justo, por uma vida mais feliz.

Salone del gusto O Salone del Gusto e o Terra Madre representam uma verdadeira viagem às raízes, da mesa à terra e da terra à mesa, ida e volta. Uma viagem apaixonante para todo gastrônomo que puder ir. Os dois eventos são dedicados aos pequenos produtores de alimentos bons, limpos e justos, provenientes de mais de dezenas de países do mundo e que se encontrarão entre 23 e 27 de outubro de 2008 em Turim, Itália.

No site do Salone del Gusto (www.salonedelgusto.com) pode-se encontrar todas as informações do evento (os associados do Slow Food têm desconto em toda a programação). Já estão abertas as inscrições para os muitos encontros e degustações:

campo.jpgSituada no Nordeste do Rio Grande do Sul e na região contígua de Santa Catarina, com altitudes superiores a 1.000 metros acima do nível do mar, a região conhecida como Campos de Cima da Serra é caracterizada por invernos rigorosos, tendo na pecuária em sistema de campo nativo sua principal atividade econômica.

Nasce também da atividade da pecuária de corte a produção artesanal de um queijo característico desse território, conhecido localmente como Queijo Serrano. Com uma tradição secular, que remonta ao período do tropeirismo no Brasil, e com uma receita tradicional, passada de geração a geração, há quase duzentos anos o Queijo Serrano é uma das principais fontes de renda das famílias de pequenos pecuaristas que se dedicam à sua produção.

As técnicas artesanais empreendidas na fabricação do queijo, com a utilização de leite cru de vacas de corte, alimentadas com pastagens naturais fornecidas por campos nativos, bem como o micro-clima específico da região, conferem ao produto características físicas e organolépticas únicas, que lhe dão especificidade e o distinguem de outros queijos.

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