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Pamonhas quentinhasUma das tantas derivações do milho, com proveito não só da espiga, mas também das palhas, é a pamonha. A massa extraída e temperada volta para seu embrulho de origem, onde é cozida quando mergulhada em água fervente. Em Goiás, associada à vida no campo, ou melhor, na roça, sua produção é por vezes justificada por celebrações – feriados, aniversários, chegada ou despedida de alguém. Mas, muitas vezes, o desejo de comer pamonha é mesmo o motivo para que reuniões familiares aconteçam. Em geral, a parentada toda é convidada para esse evento especial: a pamonhada. Aqui o milho é o protagonista, quase ritualisticamente preparado e transformado. A produção da pamonha, abarcando muitos processos, pode durar um dia todo, principalmente se houver a colheita do milho a ser feita. Não havendo plantação, ele é buscado na cidade mais próxima, em grande quantidade, medida pelo que chamam de mão ou balaio (essa forma mais falada na roça). Uma mão de mi é referente a sessenta espigas de milho, o mesmo que no balaio.

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Comer é um ato político e a alimentação deve ser prioritária nas plataformas eleitorais de 2018! Na última quinta-feira, dia 27/09 a Rede Slow Food Brasil, membro da Aliança pela Alimentação Adequada e Saudável realizou em Florianópoils o evento "Candidato, o que tem no seu prato?" em parceria com o Conselho Estadual de Segurança Alimentar e Nutricional de SC ( Consea-SC) e Fórum Catarinese de Combate aos Impactos dos Agrotóxicos e Transgênicos (FCCIAT) numa bela articulação que reinvindiou maior atenção às das pautas ligadas à agroecologia e alimentação nas eleições 2018.  

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A palmeira juçara é conhecida por seu palmito, de amplo uso alimentar tradicional nas culturas da Mata Atlântica. O consumo e a extração ilegal, no entanto, exige o corte da árvore e causa grandes impactos socioambientais, políticos, econômicos, de saúde e de segurança públicas.
No intuito de difundir o uso sustentável desta planta, A Secretaria de Meio Ambiente do Estado de São Paulo, em parceria com Mesa III, Da Terra ao Prato, Slow Food São Paulo e Prazeres da Mesa, lança o concurso de culinária "O fruto da palmeira juçara na cozinha”.
Cozinheiros amadores e profissionais, ao lado de merendeiras e membros de comunidades tradicionais agora têm até o dia 5 de outubro para inscrever até duas receitas (uma doce e uma salgada), promovendo o uso do fruto da juçara, ressaltando suas características próprias.
Os finalistas serão divulgados em outubro e os quatro vencedores serão anunciados na Semana da Mesa SP, no dia 09/11.
Participe!
http://bit.ly/ConcursoJuçara
#juaçaranacozinha

Dona Dijé

Recebemos esta manhã a triste e inesperada notícia do falecimento de dona Dijé, Maria de Jesus Ferreira Bringelo, liderança do Movimento Interestadual das Quebradeiras de Coco Babaçu - MIQCB.

Mãe, avó, liderança comunitária, quebradeira de coco, artista, dona Dijé foi e continuará sendo um referencial para a luta das comunidades tradicionais e originárias, inspiração de vida para muitos que levam a vida no campo sob o olhar da agroecologia.

Levou a realidade e o exemplo das Quebradeiras de Coco Babaçu pelo mundo, com seus exemplos de luta, fala e cultura, compondo o grupo das Encantadeiras de Coco Babaçu.  Mostrou sua voz e força no Terra Madre Brasil 2007, em Brasília, e no Terra Madre 2008, em Turim. Nesse momento, o Slow Food Brasil e o Slow Food Internacional prestam condolências ao Quilombo Monte Alegre, em São Luís Gonzaga (MA), à Comunidade do Alimento Quebradeiras de Coco Babaçu da Comunidade Ludovico, Lago do Junco (MA), ao MIQCB, à ASSEMA (Associação em Áreas de Assentamentos do Estado do Maranhão) e à todas as Quebradeiras de Coco Babaçu e suas famílias.


Foto: Imburanatec

Jovens rurais dos estados de Sergipe, Bahia, Ceará, Paraíba e Piauí, beneficiários dos projetos FIDA, se reuniram no mês de julho para o Primeiro Intercâmbio em Ecogastronomia segundo a metodologia Slow Food. O Território do Baixo São Francisco, com uma rica diversidade sociocultural, que agrega agricultores familiares, assentamentos de Reforma Agrária, comunidades quilombolas, pescadores artesanais e concentra 28% das populações tradicionais do estado, acolheu os 30 jovens durante quatro dias de atividades.

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