Slow Food Brasil

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Salone del gusto O Salone del Gusto e o Terra Madre representam uma verdadeira viagem às raízes, da mesa à terra e da terra à mesa, ida e volta. Uma viagem apaixonante para todo gastrônomo que puder ir. Os dois eventos são dedicados aos pequenos produtores de alimentos bons, limpos e justos, provenientes de mais de dezenas de países do mundo e que se encontrarão entre 23 e 27 de outubro de 2008 em Turim, Itália.

No site do Salone del Gusto (www.salonedelgusto.com) pode-se encontrar todas as informações do evento (os associados do Slow Food têm desconto em toda a programação). Já estão abertas as inscrições para os muitos encontros e degustações:

Conheça alguns blogs que já aderiram ao Convite aos blogueiros e estão divulgando os textos do Slow Food Brasil:

Veja como colocar os textos do Slow Food Brasil no seu blog:
www.slowfoodbrasil.com/content/view/228/110/

Natal, 04/07/2008 - Tribuna do Norte

Pensar sobre o que se come quando as pessoas mal delegam tempo para comer parece uma incoerência da vida moderna. Na correria do dia-a-dia, a palavra "fast" (rápido) soa com muito mais familiaridade do que algumas expressões praticamente perdidas no tempo, como "horário de almoço" ou "jantar em família". Se o leitor pensar que estamos fazendo uma crítica sobre seu modo de vida, acertou. É hora de repensar sobre o que se come e o que se faz à hora das refeições.

Em vez de "fast food", renda-se à filosofia do movimento Slow Food. Para começar, reserve um tempo para se alimentar. Pare para pensar sobre o que está comendo, aprecie cada momento, não se deixe levar por modismos e, principalmente, saiba o que está ingerindo. Do jeito que as coisas estão, cada um lutando para sobreviver no mercado de trabalho, ter um momento especial à hora das refeições gera até sentimento de culpa.

Priorizar o bem-estar próprio, dos amigos, vizinhos e familiares, estar atento à biodiversidade e valorizar as tradições populares são as regras básicas do movimento, que conquistou mais de 80 mil adeptos em todo o mundo. A cozinheira Adriana Lucena é uma das entusiastas do Slow Food e lidera a versão potiguar do movimento, que prioriza o alimento bom, limpo e justo.

Nesse mês de julho foi aberto em Balneário Camboriú o segundo convivium de Santa Catarina, o Convivium Sabor Selvagem. Tendo como líder honorário o renomado Chef Ofir Oliveira, com 35 anos de profissão e um dos maiores disseminadores da culinária amazônica pelo mundo, com passagens pela França, EUA e Suíça.  

O Chef, sempre preocupado com preservação da “verdadeira riqueza da Amazônia”, os alimentos, fundou a mais de 10 anos a Associação Sabor Selvagem em Belém do Pará. Com sua vinda em 2007 para Santa Catarina como professor universitário do Curso de Gastronomia da Univali, juntou-se aos seus alunos e ao Slow Food, com a intenção de divulgar, preservar e resgatar essa riqueza que é, segundo ele, “a verdadeira identidade da gastronomia brasileira”.  

O que o prato e o planeta podem ter em comum?

Começando pela forma, comer é fundamental para viver.
Não pode haver vida na natureza que possa reinar com a ausência daquilo que lhe cabe por essência. Para uns e para outros, para todos; a natureza produz e oferece aquilo que é fundamental para a vida – o alimento.

O ato de comer é fruto de múltiplas misturas. Das condições de clima às tradições de cada povo; um prato de comida contém mais do que os olhos vêm. Significa mais do que matar a fome. É a receita para assegurar a sobrevivência e habitar o planeta. O prato é como um elo; ele nos remete ao conceito de que comemos para permanecermos vivos.

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