Na ocasião do Quinto Congresso Internacional do Slow Food, que aconteceu na cidade de Puebla, México, enfatizou-se a necessidade de integrar o amplo mundo do Terra Madre – as comunidade do alimento, os produtores das Fortalezas, os professores e educadores que realizamos projetos das hortas escolares, os chefes que aplicam os critérios do “bom limpo e justo”, os estudantes das Universidades e os médicos e técnicos que promovem a importância da qualidade no alimento - na Associação.

Somente através da integração destes sujeitos ativos e responsáveis nas atividades do movimento o Slow Food pode tornar-se parte importante das discussões políticas internacionais, sendo influente em decisões sobre os temas cruciais da atualidade, como a globalização e as alterações climáticas.

O Comitê de Presidência Internacional do Slow Food reuniu-se  na semana passada em Montepulciano, Toscana, para discutir sobre o primeiro e difícil objetivo: envolver os jovens nos temas da agricultura e do alimento para favorecer o retorno à Terra Madre e à vida slow.
 
Participaram da reunião: o Presidente de Slow Food Carlo Petrini e os Vice-Presidentes Vandana Shiva (Índia) e John Kariuki (Quênia), os presidentes das sete associações nacionais (França, Alemanha, Japão, Grã Bretanha, Itália, Suiça e Estados Unidos) e o Secretário Internacional do Slow Food Paolo Di Croce.