Slow Food Brasil

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Na próxima terça-feira, dia 14 de setembro de 2010, acontecerá um bate papo sobre "Slow Food e os alimentos bons, limpos e justos" dentro do Green Drinks - encontro mensal que promove em Belo Horizonte (MG) debates informais e descontraídos sobre temas relacionados à sustentabilidade.

Convidamos todos a comparecerem e levarem os amigos para conversarmos sobre o Slow Food, ecogastronomia e as atividades que o Convivium Pique Nique está realizando em BH. Vai ser uma ótima oportunidade de aprender mais sobre o movimento. 

O objetivo do Green Drinks é criar um espaço informal de troca, envolvimento, geração de iniciativas e diálogo para juntar, mobilizar e conectar as pessoas pela construção de uma sociedade sustentável e justa.

Quando: Terça - Feira, 14 setembro de 2010.
Horário: 19 horas
Onde: Restaurante Rima dos Sabores (Rua Esmeraldas, nº 522. Prado - Belo Horizonte, MG).
Quem: Todos aqueles que acreditam e que se interessam pela temática que envolve a sustentabilidade (ONG, consultorias, associações, empreendedores sociais, estudantes, empresas...)
Regras do jogo: Convidar amigos que tenham interesse pelo assunto!
Mais informações: Entre em contato com o Núcleo de Sustentabilidade  pelo telefone: (31) 3319-9269 
www.greendrinks.org e www.greendrinksbh.ning.com

Acompanhe as atividades do Convivium Pique Nique no Twitter e no Facebook e participe! 

Enquanto as crianças se divertiam e aprendiam na horta do Seu Rui , os adultos foram se divertir e aprender na horta do Seu Osmar, guiados pelo João, que é filho do Seu Osmar e presidente da associação de produtores do assentamento.

Ainda no centro comunitário os adultos tiveram a opção de irem a pé ou de carro. Decidiram por caminhar, 25 minutos para ir e 25 minutos para voltar, passando por áreas de Cerrado que tinha acabado de queimar, e com uma umidade relativa do ar de mais ou menos 25%.

Na horta do Seu Osmar tinha gergelim, abacaxi, hortaliças. Lá também tinha ervilha torta e morangos, muitos morangos. Mas os adultos foram mais comedidos e comportados, e ao invés de atacar os morangos no pé, fizeram encomendas. Neste dia o Grupo Vida e Preservação vendeu no mínimo 40 caixinhas de morango, além de tomates cereja, hortaliças variadas, sem contar o que foi comprado para preparar o almoço.

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O Parque Municipal de Belo Horizonte fica bem no centro da cidade, duas de suas entradas estão na principal avenida da capital mineira, a Avenida Afonso Pena. A escolha do Parque para o picnic realizado pelo Convivium Slow Food Pique Nique em julho de 2010, foi feita através de votação via internet. Ao invés de ter algumas opções das quais as pessoas teriam que escolher uma, o processo foi diferente: todo mundo que quis, pode sugerir uma praça ou parque onde gostaria que o picnic acontecesse. Tivemos muitas sugestões boas:  Praça de Santa Tereza, Praça JK, Parque das Mangabeiras, Parque do Bairro Santo Agostinho, Praça Raul Soares, Horto Florestal, Parque da Lagoa do Nado. Mas o campeão disparado foi mesmo o Parque Municipal...

Um encontro, muitas atividades.

O Slow Food Cerrado cresceu muito em pouco tempo, e as pessoas precisavam se conhecer, conviver. A proposta inicial era um encontro, mas a receita foi sendo enriquecida, cada um colocando um ingrediente, e acabamos realizando um grande evento. Tudo foi combinado de forma participativa, usando o grupo de discussão do convivium. 

Realizamos o encontro no dia 07 de agosto no Assentamento Colônia I porque é a casa do Grupo Vida e Preservação (agricultores agroecológicos) e do Grupo Sabor do Cerrado (grupo de mulheres cozinheiras), já conhecidos e parceiros do Slow Food Cerrado, e também integrantes da Rede Terra Madre Brasil . Contamos com um apoio fundamental para a realização do encontro: Central do Cerrado, principalmente no fornecimento de produtos da sociobiodiversidade de outras comunidades do alimento, e na parte da logística geral.

Quando começaram as confirmações, percebemos que seriam muitas crianças e que precisávamos de uma atividade para elas. Pensando nos talentos que temos no grupo, e no ambiente que encontraríamos no assentamento (hortas agroecológicas, cultivo de morangos) não foi difícil encontrar quem coordenasse esta atividade e pensasse em um formato simples e prazeroso. Alessandra, que já vem desenvolvendo um trabalho com educação do gosto para crianças, e Leninha, que é professora e está sempre na cozinha, logo toparam o desafio. A atividade consistiu em uma visita guiada em uma horta, convivência e aprendizado com um agricultor, colheita de verduras e preparo de uma salada.

No centro comunitário do Colônia I, as crianças se separaram dos pais, e juntos com Alessandra e Leninha  rumaram para a casa do Seu Rui, numa caminhada de 5 minutos. Lá foram carinhosamente recebidas por ele, e começou a visita. Nosso grupo de crianças já tinham experiência, e teve até troca de receitas: "também dá para por as folhas da beterraba na sopa", afirmou Caio.

Além das beterrabas, vimos as alfaces, as cenouras, os brócolis. Em um momento Seu Rui lançou um desafio (para as coordenadoras também) e somente o João, o mais novo da turma, acertou: "é ervilha torta, tem na horta da minha escola".

A maior surpresa para todos foi quando Seu Rui disse: "agora vou mostrar uma coisa que ninguém vai saber o que é". De um "matinho" rasteiro que puxou da terra saíram: "AMENDOINS!!!!". Desta vez foi uma surpresa geral, que se seguiu de uma degustação, ali mesmo, de amendoins graúdos e deliciosos. Segundo o Caio, "estes amendoins são a coisa mais gostosa do mundo!!!".

Vimos as ramas de mandioca, já colhidas, e o feijão, que só ficou na horta o que estava sendo separado para ser semente. Um pouco mais para lá estava a couve flor, mas a delícia mesmo foi chegar nos moranguinhos, que estavam mais para morangões. Seu Rui explicou o porque do plástico, mostrou como se colhe e deu o sinal verde para a turma avançar. Aí virou a Festa do Morango! Em cada fileira uma variedade, e deu para sentir a diferença. Caio falou para quem quisesse ouvir: "Esta horta é tudo de bom, tem tudo que eu gosto!".

Passamos ainda pelas couves - duas variedades com folhas diferentes, pela rúcula, alface roxa, tomatinhos cereja, tomates. Seu Rui contou sobre o problema da água e mostrou a bomba e o reservatório. Foi a hora de matar a sede.

A tarefa era fazer uma salada, então cada uma das crianças escolheu algo para colher. De volta no centro comunitário, hora de lavar as mãos, higienizar e preparar a salada.  Ao final, todos acharam melhor levar a salada para o almoço com os adultos. Será que é porque estavam com a barriga cheia de morangos?

As imagens abaixo mostram em seqüência toda a atividade.

 

Get the flash player here: http://www.adobe.com/flashplayer

 

Enquanto isso, os adultos também tiveram sua dose de formação e diversão, conhecendo o Cerrado e a horta do Seu Osmar. Depois veio o almoço, também teve oficina na cozinha com o Grupo Sabor do Cerrado....mas estas histórias ficam para mais tarde.

 

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