Slow Food Brasil

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Dia da Terra Madre - Santa Catarina

Compondo a celebração mundial pelo alimento bom, limpo e justo, a programação catarinense acontecerá no Engenho artesanal movido à roda d'água de Angelina, pertencente à família Gelsleuchter. 

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Brincando com os Sentidos em Pirenópolis

Por Fulvio Iermano. Colaboração: Isabella Rovo, Alessandra e Ana Júlia Texeira Brant

Eu não sei explicar o porquê, de verdade não sei dizer a razão pela qual ir novamente a Pirenópolis, Goiás, me deixa repleto de alegria e energia positiva.

Penso que a explicação não é devida somente às divinas cachoeiras, ao encantador centro histórico da cidade, à ótima programação do Slow Filme Festival (http://www.slowfilme.com.br/), à disponibilidade da comunidade do alimento Promessa de Futuro, no povoado de Caxambu, à sabedoria do Seu Geraldo e à sua horta permacultural, à hospitalidade da Kátia e do Leo. Pois é, refletindo melhor, tudo isso não é tão comum de se encontrar hoje em dia, não é mesmo?!

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Lançamento do Slow Food Salvador

É com muita alegria que o Convivium Slow Food Salvador convida para o seu lançamento que terá o membro Chef Beto Pimentel como anfitrião.

Neste encontro desfrutaremos de um jantar no mais genuíno estilo Slow Food para falarmos sobre nosso movimento , o que é um Convivium e como associar-se .

Menu servido na mesa em mini porções: 

  • Saladinha Duca 
  • Casquinha 
  • Vatapá de pindoba com camarão 
  • Sorbet de frutas

Local: Restaurante Paraíso Tropical  (R. Edgar Loureiro, 98-B, Resgate - Cabula. Salvador, Bahia) 
Valor: R$35 (parte do valor revertido às atividades do Slow Food Salvador e ao apoio de comunidades de pequenos produtores) 
Data: 20/09/2011 (terça-feira) 
Horário: 19h *Atenção o jantar será servido às 19h30, não se atrase ;-) 
Faça sua reserva através do email: salvador@slowfoodbrasil.com

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Associe-se ao Slow Food através da página: www.slowfoodbrasil.com/associe-se 
*Será possível se associar durante o evento.

Almoço na Chácara Colina

Texto:  Darlana Godoi/ Fotos: Luciana Ferreira

Tivemos, antes do almoço, uma aula do Seu Luiz sobre a diferença do ovo caipira para o ovo orgânico. Ele explicou que os ovos da chácara são caipiras, mas não são orgânicos.  Os “Ovos Orgânicos” são produzidos por galinhas alimentadas com alimentação orgânica das aves (todos os seus alimentos são produzidos sem o uso de agrotóxicos e fertilizantes químicos). Os ovos dele não são considerados orgânicos, são "ovos caipiras", pois ele dá ração para as galinhas e esta não é orgânica, mas a ração é só parte da alimentação das galinhas dele, pois elas podem ciscar e “pastar” pelo terreiro, sendo também alimentadas com restos da produção agrícola e ele também não usa remédios para o crescimento ou antibióticos.

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Slow Food Cerrado visita a Chácara Colina

Texto de Maria Cristina Vannucchi Leme/ Fotos: Luciana Ferreira

Shitake. Foto: Luciana FerreiraNós já havíamos anunciado os produtos da Chácara Colina no nosso site e já tivemos uma Quinta Slow com os produtos de lá, faltava a visita à Chácara, conhecer as pessoas que produzem um shitake pra lá de especial e, principalmente, comer framboesa no pé.

Assim, no sábado (27/08) liderados pela Darlana Godói, rumamos para Brazlândia, em caronas solidárias.

A Chácara é tocada pela família da Tainá com a ajuda de alguns trabalhadores que, somados não chegam a dez pessoas.

Fizemos um circuito pela propriedade, percorrendo detidamente os canteiros, enquanto recebíamos explicação sobre o sistema orgânico de produção. As verduras são variadas e, apesarAula sobre shitake. Foto: Luciana Ferreira da secura que castiga o cerrado nesta época do ano, estão exuberantes. Algumas verduras eram “inéditas” para muitos de nós. Foi difícil distinguir as folhas do inhame com as da taioba (essas têm “decote em V”).

Margeando a horta e espalhados pela chácara, conhecemos os pés de astrapéia (não confundir com a flor astromélia!), que fazem parte do “pasto apícola”, formado por plantas que produzem néctar e/ou pólen para as abelhas. Ou seja: na Chácara Colina eles cultivam plantas para alimentar as abelhas, cuja criação está incipiente.

O cultivo do shitake mereceria um capítulo a parte. Legal demais! O substrato do shitake são toras de madeira. São feitos furinhos nas toras, onde são introduzidos os esporos dos cogumelos. Os furos são tapados com cera de abelha (e não me lembro mais o quê), em seguida as toras são empilhadas como se fossem fogueira junina. Passado um tempo, as toras com os fungos inoculados, são submetidas a um choque térmico para simular um inverno rigoroso, inexistente nos trópicos. Garrafas pet servem de forma para o gelo e são colocadas junto com as toras para um banho de água gelada em banheiras e cochos. Depois as toras recebem uma pancada (pancada mesmo, com marreta de madeira) para “acordarem”. E zás! Os chapeuzinhos de shitake começam a crescer, após romperem as tampinhas dos furos. A Chácara Colina utiliza toras de mangueira, ao invés de eucalipto. Fundamental usar uma madeira que não solte a casca, caso contrário a casca se desprende levando junto os esporos. O resultado são cogumelos com um sabor único, sabendo levemente a alho.

As framboesas! Acreditam que na véspera da nossa chegada, o tratorista arrasou-as? Cortou-as rente ao chão, pois as considera como pragas. “Crescem a toa e atrapalham o caminho”. O chão estava todo salpicado de frutinhas vermelhas e nos contentamos em catar as sobreviventes. E eu que havia feito planos para elas...

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