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Slow Food - Textos e Notícias - De Puebla até Montepulciano

De Puebla até Montepulciano

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Na ocasião do Quinto Congresso Internacional do Slow Food, que aconteceu na cidade de Puebla, México, enfatizou-se a necessidade de integrar o amplo mundo do Terra Madre – as comunidade do alimento, os produtores das Fortalezas, os professores e educadores que realizamos projetos das hortas escolares, os chefes que aplicam os critérios do “bom limpo e justo”, os estudantes das Universidades e os médicos e técnicos que promovem a importância da qualidade no alimento - na Associação.

Somente através da integração destes sujeitos ativos e responsáveis nas atividades do movimento o Slow Food pode tornar-se parte importante das discussões políticas internacionais, sendo influente em decisões sobre os temas cruciais da atualidade, como a globalização e as alterações climáticas.

O Comitê de Presidência Internacional do Slow Food reuniu-se  na semana passada em Montepulciano, Toscana, para discutir sobre o primeiro e difícil objetivo: envolver os jovens nos temas da agricultura e do alimento para favorecer o retorno à Terra Madre e à vida slow.
 
Participaram da reunião: o Presidente de Slow Food Carlo Petrini e os Vice-Presidentes Vandana Shiva (Índia) e John Kariuki (Quênia), os presidentes das sete associações nacionais (França, Alemanha, Japão, Grã Bretanha, Itália, Suiça e Estados Unidos) e o Secretário Internacional do Slow Food Paolo Di Croce.

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Comentários (1)
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1. crianças
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Em 07-02-2008 10:47
Sou psicóloga e sempre observei durante meus atendimentos que na maioria das vezes a famíla e as crianças são alienados nas questões que envolvem alimentação.De forma geral as crianças e adolescentes não sabem a origem,fonte,custo ou forma de preparação dos alimentos e tambem não compreendem a interação social que o momento da alimentação proporciona. 
Vivendo dessa forma,de que adianta o "bom,limpo e justo" se dentro das famílias não existe essa discussão?Para muitas famílias isso não interessa em um mundo competitivo e quando é proposto uma retomada de hábitos tradicionais como sentar a mesa imediatamente o fator tempo é mensionado. 
Tem sido cada vez menos importante ficar junto,trasmitir conhecimento,ensinar a comer com calma para que se converse enquanto comemos e a sentir o sabor das coisas. 
Então,mudando meu olhar sobre o antigo problema de consultório resolvi dar aulas de culinária infantil e para a surpresa dos pais toda criança gosta de "colocar a mão na massa",experimentar alimentos novos e assim serem inclusive mais seguros e ousados em outros segmentos da vida,as crianças tem interesse sim no processo produtivo e no tempo de vida de cada alimento quando temos paciência de incluir a opinião delas na discussâo.

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