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"Tão importante quanto saber o que está comprando é conhecer quem está vendendo"
Com esse lema e com o objetivo de consolidar espaços para a promoção,
divulgação e comercialização dos produtos de empreendimentos
agroindustriais e de artesanato da Agricultura Familiar, acontece entre
os dias 26/11 a 04/12/2011, a II Feira Baiana da Agricultura Familiar e Economia Solidária, no Parque de Exposições, em Salvador/BA.
O evento reunirá cerca de 600 agricultores familiares expondo mais de 165 produtos de 80 empreendimentos de todo o estado.
Uma ótima oportunidade de conhecer os produtores familiares e seus produtos.
Dados do último Censo Agropecuário do Instituto Brasileiro de Geografia e
Estatística (IBGE), divulgado em 2006, apontam que a agricultura
familiar responde por 10% de todo o Produto Interno Bruto (PIB) do país;
emprega mais de 80% da mão de obra no setor rural e é responsável por
70% dos alimentos produzidos no Brasil - 87% da produção nacional de
mandioca, 70% de feijão, 46% de milho, apenas para citar alguns
exemplos. Na Bahia estão 14% dos agricultores familiares de todo o país,
ou mais de 2 milhões de pessoas.
A Feira Baiana da Agricultura Familiar acontece dentro da Fenagro 2011 cujo horário de funcionamento é das 8h às 22h.
Ingresso: R$ 5 (crianças até 12 anos
não pagam)
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por Renata Menasche
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Há
alguns meses, organizadores do I Simpósio de Queijos
Artesanais do Brasil, que acontecerá na próxima semana (de 23 a 25 de novembro de 2011), em Fortaleza,
Ceará, convidaram o Movimento Slow Food para aproximar-se das discussões que
então eram planejadas, referentes à produção de queijos artesanais no
Brasil.
Foi nesse processo que alguns integrantes do Movimento Slow Food constituíram
o Grupo de Trabalho sobre Queijos
Artesanais, com a preocupação central de fortalecer e divulgar, em nosso
país, a luta em defesa dos produtos tradicionais e artesanais. Em decorrência
das discussões do Grupo, foi organizado o I Encontro Nacional do Grupo de
Trabalho sobre Queijos Artesanais do Slow Food Brasil (saiba mais e confira aqui a programação), que acontecerá no dia 22 de novembro, antecedendo o Simpósio.
Os
queijos artesanais que, em sua maioria, são elaborados a partir de leite cru,
estarão no centro dos debates da próxima semana. Por isso, aproveitando a
pertinência do momento, divulgamos artigo elaborado pelas editoras desta Coluna
e recentemente apresentado no III Colóquio Agricultura Familiar e
Desenvolvimento Rural, em Porto Alegre. Neste
artigo ("Se o leite é cozido, o queijo não é Serrano" - disponível aqui),
discutimos a legitimidade do critério que define o tempo mínimo de maturação para queijos
feitos de leite cru e argumentamos pela necessidade de valorização e
legitimação da produção tradicional de queijos.
Se você
considera esta discussão importante, leia mais a respeito e veja aqui
como colaborar com a campanha Em defesa dos queijos artesanais de leite cru.
Leia também:
* O “saber–fazer apurado” do Requeijão do Sertão: a tradição e a cultura definham-se em Sergipe
* Queijo Artesanal Serrano: história e tradição nos campos de altitude do Sul do Brasil
* Patrimônio: é de comer? Reconhecimento da tradição leva ao registro do Queijo Artesanal de Minas
* Manifesto em Defesa dos Queijos de Leite Cru
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por Editor
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O Grupo de Trabalho do Slow Food Brasil sobre Queijos de Leite Cru vai fazer um evento em paralelo com o Simpósio de Queijos Artesanais em Fortaleza.
Entre as ações do grupo de trabalho está o apoio à ida de representantes de comunidades produtoras de queijos artesanais.
Alguns convivia fizeram ações de arrecadação de fundos para apoiar a viagem das comunidades, mas ainda falta uma certa quantidade de recursos para cobrir os gastos das viagens. O Grupo de Trabalho criou uma campanha de arrecadação nessa página: www.vakinha.com.br/VaquinhaP.aspx?e=111579
Através do link acima é possível fazer doações no valor que estiver ao alcance de cada um. Uma grande ajuda também é ajudar na divulgação dessa campanha.
As comunidades produtoras de queijos artesanais do Brasil agradecem.
>> Veja também: I Encontro Nacional do Grupo de Trabalho sobre Queijos Artesanais do Slow Food Brasil
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Evento traz José Iturriaga, participante da elaboração do dossiê
aprovado pela Unesco, que declarou a cozinha mexicana patrimônio da
humanidade.
A comida e tudo que envolve a gastronomia de um lugar podem dizer
muito a respeito de uma sociedade. Como meio de assegurar a integridade
dos saberes e das práticas tradicionais ligadas à culinária, a Unesco,
em 2010, integrou a comida à lista de Patrimônio Imaterial da
Humanidade. Para discutir o processo de patrimonialização, o
vice-presidente do Conservatório de Cultura Comida Mexicana, José
Iturriaga, participante da elaboração do dossiê aprovado pela Unesco,
que declarou a cozinha mexicana patrimônio da humanidade, estará no
Senac Pernambuco, no dia 21 de novembro 2011, durante o II Seminário Comida e
Patrimônio.
Durante o encontro, José Iturriaga contará a experiência do processo
de patrimonialização da comida mexicana. O México foi o primeiro a
reivindicar o título de sua culinária tradicional baseada no milho. A
campanha abraçada pela ONG Conservatório de Cultura Comida Mexicana teve
como foco o local e as tradições da culinária. Em novembro do ano
passado, durante reunião realizada em Nairóbi, no Quênia, o comitê
formado por 24 países declarou as cozinhas Mexicana, Mediterrânea
(Grécia, Itália, Espanha e Marrocos), e Francesa como bens imateriais.
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por Editor
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No dia 10 novembro de 2011, às 13h, dentro da programação do XIII Congresso Nordestino de Ecologia - Sustentabilidade de Empreendimentos Ambientais,
no Recife (PE, Brasil) acontecerá a mostra de fotografia das Casas de
Farinha Tradicionais de Pernambuco e lançamento da publicação sobre o
projeto Corredor da Farinha.
» Veja outras fotos da Mostra e baixe a publicação do Projeto em PDF
Sobre a mostra
A visita a 3 casas de farinha em um dia chuvoso na zona
da mata de Pernambuco gerou imagens com luz tão linda quanto de estúdio.
A pouca luz dos locais retratados obrigou o uso de baixas velocidades
que criaram ambientes quase misteriosos e muito intimistas. O resultado
do ensaio levou à ideia de uma publicação e logo depois o convite para a
realização desta mostra no Recife. (Anna Paula Diniz - fotógrafa e diretora de arte da DoDesign-s)
Sobre o projeto
*texto da Equipe do Projeto Corredor da Farinha
Era uma vez... na zona da mata de Pernambuco, agricultores e
agricultoras que preservavam suas tradições e aceitaram o desafio de
aprender novas práticas que os deixariam mais fortalecidos sem se
desfazerem de suas raízes.
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